(ATENÇÃO: a expressão acima está em castelhano - em português não se acentua HIPOCONDRIA)
Eduardo Simões (a Margarida Maria)
Essa semana, a terceira de março, alguns órgãos da imprensa brasileira, alardearam, histéricos, um novo índice climático,
cuja natureza facilita com que se propague os maiores absurdos ou
fraudes: a SENSAÇÃO TÉRMICA.
Mas antes de entrarmos nesse assunto, alguns parâmetros precisam ficar claros.
Existe uma cultura ecológica positiva, que nasce do aprimoramento do
conhecimento científico sobre as relações entre o clima e o ambiente natural e
humano, em busca de um equilíbrio, que impeça que o poder transformador do
homem acabe por impactar irreversivelmente um nicho ecológico
local, com prejuízos, a longo prazo, para o bem estar daqueles que vivem ali.
A destruição açodada de ambientes selvagens (= áreas de selvas), de
espécimes vivas animais e vegetais, sem qualquer perspectiva de, com esse
sacrifício, salvar vidas humanas ou construir uma situação muito clara de bem
estar coletivo a longo prazo, não deve ser tolerada, e a manutenção dos parques
nacionais, e dos estudos de impactos ecológicos para projetos em áreas de
matas, devem ser mantidos rigorosamente, da mesma forma que devem ser
estimulados os projetos que visem aprimorar ou intensificar o uso de recursos já
disponíveis, para que não sejam destruídas novas áreas, sem absoluta
necessidade.
Devemos, entre outras coisas, zelar:
a) Pela limpeza do ambiente, em respeito aos vizinhos e para evitar a
proliferação de espécies naturais (insetos, microrganismos, roedores, etc.) que
possam ser perigosas à saúde da população.
b) Pela preservação cobertura vegetal existente e buscar refazer a que
foi degradada por descuido, acidente ou propositalmente, vendo na diversidade
natural do nosso país, que é grande, um celeiro de riquezas e oportunidades, que
por meio de princípios ativos naturais, farão turbinar uma indústria de
biotecnologia e turismo, geradoras de riqueza para o país.
c) Zelar por uma cultura de aproveitamento tecnológico intensivo das
áreas já ocupadas, para evitar a necessidade de ampliar a ocupação de novas áreas
naturais, que podem até criar distorções, como o excesso de pastos e
criatórios, que podem fazer cair o preço da carne, por exemplo, tornando a
atividade pecuária antieconômica ou obrigando o governo a desviar riquezas mais
úteis em outras áreas para salvar o setor, etc.
O buraco na Camada de Ozônio
Agora com relação especificamente ao clima eu queria chamar atenção
para o seguinte:
1 – Eu e os de minha gerações fomos atraídos, anos 80, com a “tragédia”
do BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO, uma
das principais responsáveis pelo EFEITO
ESTUFA, o que poderia deixar-nos perigosamente expostos à radiação solar,
causadora de câncer, e fazer cair drasticamente a temperatura do planeta, à
noite, uma vez que a camada de ozônio impediria a fuga para o espaço, de gases
do efeito estufa, que mantinham a Terra aquecida à noite. O grande perigo seria o colapso dos gases do
efeito estufa
Como resultado dessa “extraordinária” descoberta, o CFC, gás
clorofluorcarbono, que era usado como propelente em aerossóis (creme de
barbear, desodorantes, e similares), que estava para se tornar de domínio
público, logo seu preço cairia extraordinariamente, foi apontado como o vilão
do “buraco”, foi imediatamente proibido por todos os países, para o bem do
planeta, elevando o preço de novos gases propelentes, e os lucros da indústria
especializada.
Agora, o grande problema é o AQUECIMENTO GLOBAL, ou seja: o excesso de
gases do efeito estufa. O pânico anterior era o desaparecimento ou rarefação
excessiva desse gás. Hoje é justo o oposto. Somos jogados de um lado para
outro ao sabor da “descoberta” mais recente. Até quando?
As maiores temperaturas em 140 anos
Durante a Conferência do Clima de Copenhagen, 2009, tomei conhecimento
de uma pesquisa da NASA, que dizia ser, as temperaturas atuais, as mais altas
em 140 anos, o que me fez pensar o seguinte, tomando o ano de 2010 como
referência:
a) Os locais onde se fazia a medição das temperaturas em 1870, eram os
mesmos de hoje? Havia estações meteorológicas “secretas” em vastas áreas
despovoadas da América do Sul, África e Ásia? A Rússia, após o colapso da União
Soviética, em 1990, desativou várias estações meteorológicas no Ártico, por
serem muito caras, embora os seus dados também servissem para achar uma média
das temperaturas da Terra. Isso não teve consequência?
b) As máquinas ou aparelhos que faziam a medição das temperaturas em
1870 são os mesmo de hoje? Óbvio que não. Isso não faz diferença?
c) A compreensão dos fatores que interferiam na formação do clima em
1870, eram os mesmos que em 2010? No caso de negativa, muitos dados que não
eram coletados naquela época, e que são importantes nos dias de hoje para o
fechamento da média das temperaturas, não se perdeu irremediavelmente? Como podemos fazer um estudo comparativo tão longo e chegar a conclusões tão
afirmativas como as da NASA?
d) Estamos falando de um tempo de pesquisa climatológica que abarca no
máximo 150 a 200 anos, num planeta que tem 4 bilhões de anos. O que corresponde
amais ou menos a 0,000005% de todo o tempo de duração do planeta. Isso é
minimamente significativo para podermos traçar projeções tão alarmistas como as
que têm aparecido?
Os erros nas predições
Quando terminou a COP (Conference Of the Parties = Conferência das
Partes) de Copenhagen, e os EUA de Obama se recusaram a firmar a resolução final,
pois viram claramente a armadilha que lhes preparavam a China e a Rússia nessa
resolução, os apresentadores da TV entrarem em pânico, como se o mundo fosse acabar amanhã!”.
a) Uma das predições mais famosas desse período foi a do degelo
completo da Calota Polar Ártica, aparecendo em algumas revistas, inclusive especializadas como a GEO,
mapas que mostravam o oceano polar completamente livre de gelo, e isso com data
marcada, em torno de 2014. Nas wikipedias em inglês e espanhol apareceram
artigos alarmistas sobre isso.
Estamos em 2024 e o gelo do Ártico ainda não derreteu, e tem mostrado
um aumento contínuo, como previu o professor Baldicero Molion, um pesquisador CIENTÍFICO
do clima. Agora esse
gelo deverá derreter lá por volta de 2045, afinal até lá, se as coisas correrem
errado os interessados ou já morreram ou já esqueceram.
Fora isso aparecem
outros que dizem: será daqui a dez anos, a cinco, a vinte, uma salada
milenarista, enquanto os 'espertos' fazem adaptações – até a
wikipedia em inglês mudou seu título alarmista do verbete Decreasing of the Artic Ice para Climate Change in the Artic, mas, por outro lado, retirou o verbete
que apontava os cientistas que discordavam das mudanças climáticas, para
mistura-los, em outros verbetes ambíguos e ideológicos, junto com políticos e
figuras exóticas. Para espalhar a histeria climática vale tudo, inclusive abandonar
o discurso factual científico, e usar de ataques pessoais seletivos e analogias
desonestas, além do corte de verbas para pesquisas.
b) No Brasil tivemos a primeira grande seca no Amazonas, a 14 anos
atrás, que muitos predisseram ser irreversível e que transformaria a Floresta
Amazônica numa savana. No ano seguinte houve uma chuva excepcional, que, com as
dos anos seguinte, esvaziaram completamente a previsão, assim como São Paulo,
após vários anos com pouca chuva, os jornais, baseados em “autoridades”,
começaram a predizer, que o estado se transformaria num semiárido, semelhante
ao Nordeste. Isso hoje é passado.
Etc.
A mudança de nome
Aqueles que acompanham essa questão desde o início sabem que a motivação
central sempre foi a do AQUECIMENTO GLOBAL ANTRÓPICO, de um jeito que não
houvesse dúvidas: as temperaturas, dali para frente, iriam sempre aumentar, de
onde o nome AQUECIMENTO.
Ora, de uns sete anos pra cá, as temperaturas do inverno no Hemisfério
Norte têm caído acentuadamente, havendo quase todo ano algum recorde de
temperatura baixa noticiado muito discretamente (https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/temperaturas-na-siberia-chegam-a-50c-e-moscou-bate-recorde-de-frio/). Mas à medida que essas temperaturas se repetiam ano
a ano, começou a haver também mudanças no discurso. A princípio se falava que o
moribundo aquecimento global causaria toda sorte de eventos climáticos
extremos. Ou seja, se chovesse muito a causa era o aquecimento... se não
chovesse nada, idem, se fizesse muito calor, idem, se fizesse muito frio, idem. Isso era insustentável.
Substituíram então a definição impossível por um novo nome capaz de
abranger todos os fenômenos climáticos conhecidos ou ainda por conhecer:
MUDANÇAS CLIMÁTICAS. Mas mudanças climáticas ocorrem todo ano, pelo menos
quatro, sem, com isso, ameaçar a sobrevivência da humanidade, antes a
viabilizam. Então descobriram algo, um termo, que como é moda nesse movimento,
diz tudo e não diz nada: EVENTOS EXTREMOS... E ai aparece o maior mistério de
todos: o que é um evento extremo?
a) Um calor muito elevado, uma chuva muito intensa? Mas há indícios de que
fenômenos climáticos de grande intensidade são frequentes na história, sendo
praticamente impossível se encontrar um ano, da Idade Média para cá, sem um
evento intenso o suficiente para se enquadrar nessa conceituação. Já que
ninguém se preocupou em definir a partir de que grau celsius ou milímetros, por
exemplo, um evento é extremo, então vale qualquer evento que sirva para
alimentar o clima de histeria, aproveitar que a maioria
desconhece a história.
b) Se o que define é a quantidade de vidas humanas e problemas que cria
para a nossa espécie, a situação fica pior ainda, pois a periculosidade de uma
chuva por exemplo, depende muito mais das condições de relevo,
impermeabilização do solo e densidade da ocupação humana, que de seu volume.
Quem mora sua cidade plana, com boa drenagem, pode resistir a uma chuva mais
intensa do que alguém que mora entre montanhas, morros, etc.
Se uma chuva colossal, uns 400 mm, caísse no meio do mar ou num local
onde ninguém desse por ela, apenas satélites, alguém acusaria o “evento
extremo”? E não seria um? Boa parte das tragédias envolvendo pessoas, se prende
á explosão demográfica recente. Por exemplo foram necessários 5.800 anos para a
civilização humana alcançar a cifra de um bilhão de pessoas, o que aconteceu em
1800, mas bastaram duzentos anos, para se adicionar mais 6 bilhões a esse
número. Os espaços onde antes a natureza podia dar plena vazão aos seus
excessos, agora estão lotados de pessoas.
Por que nunca se fala do fator populacional no entendimento dos
fenômenos climáticos recentes mais grave, exceto para colocar a culpa nos seres humanos, e numa forma específica de produção, o capitalismo,
justificando, em casos extremos, a redução da população por meio de abortos de
humanos, enquanto se luta como fera pelos direitos dos animais, para salvar o planeta, fazendo uma inversão de
valores, típica de religiões primitivas, quando os humanos acreditavam que os
fenômenos da natureza eram sobrenaturais, e para aplaca-los fazia-se até sacrifícios humanos?
A naturalidade desse eventos
Uma simples olhada em verbetes da Wikipédia em inglês, francês ou
alemão (List of periods and events in climate history; Histoire du climat – leia-os antes que eles retirem esses
verbetes, para não parecerem negacionistas
ou politicamente incorretos – se verá
que mudanças climáticas muito mais radicais do que as que estamos vivendo,
aconteceram no passado; não só nos primeiros anos da Terra como ao longo do
período histórico, quando a emissão de CO² pelos humanos era absolutamente
desprezível, e, detalhe importante, não extinguiram a espécie humana.
Noutras palavras: o planeta Terra é um sistema autônomo, gigantesco,
pulsante, sujeito a uma série de influências do universo ao
redor, sofrendo uma série quase infinita de interferências externas, muitas das
quais ainda desconhecidas, que há muito tempo se manifestam independentemente da ação
humana, causando mudanças às vezes drásticas. Por que então já partir para a
causalidade antrópica, antes de considerar o fato de nós pudermos estar
passando por uma transição climática inevitável, natural, e que nós, mesmo não
pudendo controla-la, podemos ao menos reduzir os seus efeitos, aprimorando
principalmente aquilo que muitos eco-histéricos consideram o grande inimigo: a
tecnologia, inclusive aquela baseada em petróleo.
De fato, a ideia de o homem poder a seu bel prazer determinar
o clima da Terra em d´cimos de grau é de uma arrogância fora do comum.
A pergunta que não quer calar: se o ser humano não foi capaz sequer de
planejar, de acordo com a sua vontade e ciência, o conjunto de relações que
determinam o bom andamento de um sistema econômico, dentro de uma pequena ilha
do Caribe de 111 mil km², e sustentar uma população de 11 milhões de
habitantes, como ele pode pretender controlar um sistema de relações de
fenômenos naturais, alguns ainda não completamente explicados ou que não há
consenso sobre as suas causas, em um
sistema de relações aberto para o Universo, que abarca uma superfície de
510 milhões km², abrigando uma população de mais de 7 bilhões de humanos e uma
infinidade de seres vivos, que com seu peido, arroto ou um rufar de asas, podem
alterar todo o sistema? Assim o dizem!
Onde fica o termostato do planeta para que qualquer um de nós possamos
conferir se a temperatura ideal foi atingida, ou será que devemos ficar todos
nas mãos de uma seita esotérica de cientistas, a nos dizer, como o faziam os
antigos feiticeiros na Pré-história o que devemos, ou não, fazer?
Predições científicas ou profecias político-religiosas?
A CIÊNCIA OCIDENTAL, conjunto de teorias baseadas em observações
experimentos mediados pela razão humana, e cotejada pelo coletivo dos
especialistas naquele assunto, nem sempre teve consciência clara de seus
limites, permitindo-nos dizer que os debates a esse respeito, feito por
cientistas como Carl Popper e Thomas Kung, como algumas das mais insignes
contribuições para os fundamentos de uma ciência com “C” maiúsculo.
Infelizmente a propagação do irracionalismo fantasioso marxista,
esvaziou e falseou o entendimento dessa questão fundamental, junto ao grande
público, e acabou mesmo corrompendo essa questão nos mais importantes centros de
pesquisa do mundo.
A questão é a seguinte: se a ciência é um conhecimento necessariamente
baseado em fenômenos naturais, sujeitos à observação e experimentação, mediados
por uma razão social e historicamente determinada, ela deve ser necessariamente
um conhecimento aberto, sempre em transformação, assim como aqueles que a
produzem: seres humanos social e historicamente definidos. Logo suas conclusões
são sempre provisórias e sujeitas a intermináveis correções, e a descoberta
dessa provisoriedade dos conhecimentos científicos um dos maiores feitos da
mente humana.
Não é assim que estão se comportam os defensores do ecologismo de
ocasião, que estão a tal ponto dogmatizados pela crença do fim próximo da
humanidade, por conta das mudanças climáticas, que começam a se sentar nas vias
públicas para bloquear o tráfego de veículos, querendo parar na marra a civilização do petróleo. Se o pleito desses aloprados for bem-sucedido o que eles conseguirão é o colapso
tecnológico do Ocidente Democrático. Se o objetivo dessas crianças birrentas e
histéricas, o fim imediato da civilização do petróleo, for atingido na
velocidade que elas querem, o imaturo quer tudo para ontem, a morte de milhões,
no âmbito da Europa, e bilhões, por toda terra, é certamente inevitável.
Na esteira do crescimento da eco-histeria temos o aumento da
desonestidade intelectual e o retrocesso do pensamento científico, ou da própria
noção de ciência. Os professores Luiz Carlos Baldicero Molion, da Federal de
Alagoas, e Ricardo Felício, da USP, denunciaram em várias ocasiões, a
inviabilização de sua carreira acadêmica por conta de suas observações na
natureza, que desmentem a teoria do aquecimento ou das mudanças antrópicas. Os
donos das verbas nas universidades, simplesmente negam recursos para os seus
projetos, a pretexto de “não serem científicos”, da mesma forma como
funcionavam os comitês políticos da União Soviética, determinando quem
ascenderia na escala de poder, quem ficaria estagnado ou seria rebaixado...
e até exterminado. Nesse ambiente de desonestidade científica e religiosidade
fanática, é fácil falar em “consenso climático”.
E aí chegamos ao último ponto e sintoma do retrocesso da
cultura que construiu a ciência moderna, e permitiu que, nos
últimos 500 anos ela fosse um instrumento formidável para a melhoria das
condições de vida humana nesse mundo, permitindo-nos alcançar os cem
anos de vida, sonhar em colonizar outro planetas e criar uma vacina para uma doença nova em
apenas um ano de pesquisas. Ora, esse nível extraordinário de desenvolvimento
foi conseguido graças à liberdade que os cientistas sempre tiveram para
discutir os resultados de suas observações, e principalmente cultivar a certeza
de que tudo que se conhecia tinha o seu pilar na observação e era, por natureza
provisório, passível de reformulação ou abandono, quase no mesmo instante em
que era exposto, o que os obrigava, cientistas e instituições de pesquisa, a
uma atitude de constante e profunda humildade, para reconhecer que sua descoberta
ou invenção recente já estava ultrapassada por uma novidade.
Com relação à questão fundamental do clima da terra, as observações diretas
e abrangentes, séries históricas da realidade foram substituídas, mas modelos
projetados por cientistas não neutros, que nos dizem o que ocorrerá com o clima
do mundo, daqui a dez, trinta, cem anos, no mundo inteiro, num momento
tecnológico em que os serviços de meteorologia são incapazes de dizer com
certeza se choverá amanhã ou não, e por isso o apresentam em termos de porcentagem. Muda-se de 'predição', sem apresentar justificativa, o entendimento tradicional sobre os
efeitos climáticos numa região, para se adaptar à crença vendedora (a expansão do Saara para o sul é devido ao aquecimento ou ao resfriamento?), etc.
Cada vez mais se fala em termos
de “a maioria dos cientistas”, no “consenso climático”, como se as leis científicas fossem fruto de uma votação... Se isso fosse
correto, Colombo jamais teria chegado à América, ou então a humanidade nunca
teria deixado as cavernas, ou acreditaria até hoje que a terra é plana, uma
crença tão absurda como a do aquecimento global antrópico, só que aquela é
considerada maldita (com razão) e essa abençoada (sem razão).
Abaixo: executando a ordem dos feiticeiros, diretamente do fundo das
cavernas do paleolítico. Nem precisa chamar os bárbaros.
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