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https://brazilurgente.com.br/deputado-glauber-braga-troca-empurroes-com-kim-kataguiri-veja-video/
Eduardo Simões (a Margarida Guimarães)
Quanto Lula e o PT ganharam as eleições de 2022, a frase que mais se
ouviu, da parte da esquerda, foi: “O AMOR VENCEU!” Contrapondo-se ao seu
adversário, qualificado como portador do DISCURSO DE ÓDIO, amparado por um
certo GABINETE DO ÓDIO, amplamente repetido e difundido pela EXTREMA IMPRENSA
ou IMPRENSA MILITANTE, em especial os veículos de mídia da REDE GLOBO, e nesta
a GLOBO NEWS.
Enlevados por tanto amor, a gente chegou a imaginar que a tola e contraproducente polarização acabaria num passe
e mágica, e por isso muitos nem perceberam as palavras de Lula, já na posse, quando
acusou seu adversário de “genocida” várias vezes, sem que qualquer juiz do STF, emitisse qualquer declaração, pelos menos
pedindo serenidade, ou quando muito, coerência com o discurso de AMOR e
RECONCILIAÇÃO NACIONAL, que o presidente e os seus faziam, nas
entrevistas antes de depois das eleições.
Tampouco as pessoas se deram conta da gravidade da omissão das
autoridades do governo eleito, no rumoroso episódio do 8 de janeiro,
complementada pela destruição de várias horas de tumulto gravadas pelas
câmaras de segurança dos prédios dos 3 Poderes, por ordem do “MINISTRO DA
JUSTIÇA”, posteriormente premiado com uma vaga no Supremo Tribunal Federal,
que permitiram, na ausência das provas destruídas, criar uma justificativa de
“golpe”. A extrema imprensa, tentou colar a etiqueta de TERRORISMO nessa
mazurca absurda, e criou-se um ambiente de CAÇA ÀS BRUXAS, mas só àquelas que faziam parte do redil do candidato derrotado – toda sorte de
ilegalidade tem sido apontada, por quem se diz especialista, no inquérito aberto e
conduzido pelo Supremo, movido pela máxima: “QUEM AMA NÃO PERDOA, E ATÉ MATA”,
como aconteceu com um pai de família cardíaco, mantido 7 meses em prisão
preventiva...
E assim nós vivemos realidade paralela, onde o governo e os seus áulicos,
dentro e fora das estruturas políticas, reforçavam o discurso de AMOROSIDADE,
PACIFICAÇÃO NACIONAL e PROGRESSO INSTITUCIONAL, quando os fatos apontavam para o contrário. Coube a um deputado
federal socialista, mostrar a todos a verdadeira natureza e a intenção da 'esquerda' no poder em nosso país.
No dia 16 de abril, o Deputado Federal Glauber Braga, do PSOL, Partido
socialismo e Liberdade (pode existir algo mais contraditório?), teve um ataque
de coerência e sinceridade explícita, quando avançou contra um militante e
desafeto político do MBL, o jovem Gabriel Costenaro, do Rio de Janeiro, que
fora ao CONGRESSO NACIONAL apoiar a pauta de reivindicações dos motoristas de
aplicativos. As câmeras o mostram assuntando selvagemente o militante, puxando
ostensivamente a sua gravata, e sem que este mostrasse qualquer sinal de
reação, o desvairado começou a empurrá-lo PARA FORA DO PRÉDIO DO CONGRESSO
NACIONAL!!!! E chegando fora chutou-o..........
Quem visse essa cena diria: TÁ DANDO, ZEBRA? Imaginem um coronel antigo,
desses mais truculentos do sertão, no início do século XX, desses que os esquerdistas
reviram estômago e olhos só de mencionar ao condená-los ao pior dos infernos
socialistas, essa foi exatamente a postura de Braga, e, pior ainda, ele não se
acalmou, apesar de seus assessores tentarem de todos os modos conte-lo e chama-lo
à razão, e perseguiu o rapaz, que queria voltar para DENTRO DO PRÉDIO DO
CONGRESSO NACIONAL....
Isso até me lembra a política brasileira que era
praticada no fim do século XIX e início do XX, e vejo como essa juventude ama
seus antepassados, inclusive os mais brutos, inclusive naquilo que as pessoas
respeitáveis mais abominavam: o PATRIMONIALISMO,
quando os velhos coronéis dos mais abandonados rincões se
apropriavam da coisa pública e a usavam como se fosse sua. Este velho
professor de História quase chega às lágrimas. Só que, neste caso, ninguém
sabia que o deputado Glauber Braga havia comprado ou alugado o PRÉDIO DO
CONGRESSO NACIONAL... Deve ter feito muita hora extra, ou como diria Lula: “ele
é o Ronaldinho da ocupação de prédios públicos". O MST não sabe o que está
perdendo.
Não satisfeito, saiu dali e foi procurar briga com o seu colega
deputado Kim Kataguiri, o qual acusou de “DEFENSOR DO NAZISMO”, ou seja, à mais
insana violência e descontrole emocional, o deputado somou uma ignorância
cavalar da história, em especial sobre a natureza do regime nazista, que,
segundo essa mesma 'esquerda', é o seu maior inimigo. Isso é o que dá assistir
aulas de história com professores doutrinadores. O deputado
Braga quis dar demonstrações de seu amor incondicional, segurando os braços de
Kataguiri, querendo partir para cima, sendo necessário a ação de
seguranças para conte-lo outra vez, como acontecia com aquele tal, que vivia
escarafunchando os cemitérios de Gadara, na Palestina, no tempo de Jesus, e que
nem correntes o seguravam. Graças a Deus hoje existem CAMISAS DE FORÇA, que, a
partir desse episódio, deviam ser incluídas no arsenal de suporte durante os
debates no Congresso Nacional. Vade retro!
A desculpa do deputado por esse destrambelhamento, era que Costenaro era
adversário político de sua mãe, no seu estado de origem, o Rio de Janeiro, e
havia ameaçado de morte a “maman”, e por causa disso a piração toda. Mas a mãe
dele, por acaso, mora no PRÉDIO DO CONGRESSO NACIONAL? Vai se mudar para lá?
Olha o trabalho que dá varrer tudo aquilo, limpar as vidraças, etc. sem falar
que um ambiente é muito mal afamado, e só é recomendável a mamãe entrar depois que
os senhores deputados, senadores tiverem saído....
Mas quem imaginava que o deputado e sua tchurma sairiam com elegância,
ou com amor, o amor tradicional a que estávamos
acostumados, antes da chegada dos socialistas, e que, após esfriar a cabeça, e
perceber o tamanho da asneira, o deputado se desculparia, como um bom adepto
do GOVERNO DO AMOR, enganou-se. O amor desse governo, escorado no seu órgão de censura, o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, é AMOR DE BANDIDO.
Num evento de fanáticos socialistas; desses que já perderam a muito
tempo a capacidade de esconder o ódio visceral que sentem por todos que pensam
diferente deles, coincidentemente servidores das universidades federais
públicas, o ilustre deputado proclamou o seguinte, misturando um punhado de mentiras a um
ódio profundo e até genocida, digno, segundo as os socialistas, apenas da
extrema-direita: “É fundamental que essa luta seja traduzida no ANIQUILAMENTO
daqueles que querem destruir os institutos federais e as universidades públicas
brasileiras: os liberais e fascistas de plantão” (https://oantagonista.com.br/brasil/deputado-do-psol-clama-por-aniquilamento-dos-liberais/#google_vignette). Só faltou um jornalista da Globo News dizer que
isso foi uma “brincadeira”.
Processa-se assim, de maneira quase literal, o acordo que
previra Friedrich Hayek, a respeito da união natural da extrema esquerda e
da extrema direita, em seu livro O
caminho da servidão (5ª edição; Instituto Liberal; Rio de Janeiro, 1990),
em direção a um consenso que levaria ambas as correntes a combater
o seu inimigo por natureza: o liberalismo, uma vez que fascismo e comunismo diferem
apenas no método.
Depois de citar Max Eastman, um comunista que mais tarde virou
fascista, Hayek diz: “Não menos significativa é a história intelectual de
muitos líderes nazistas e fascistas. Todos os que têm observado a evolução
desses movimentos... surpreenderam-se com o número de líderes, começando por
Mussolini (sem excluir Laval [da França] e Quisling [Noruega]) que a princípio eram socialistas e acabaram
se tornando fascistas ou nazistas... A relativa facilidade com que um jovem
comunista podia converter-se num nazista ou vice-versa era notória na Alemanha...
na década de 30, muitos professores universitários conheceram estudantes
ingleses e norte-americanos que, regressando da Europa [especialmente França,
Alemanha e Itália], não sabiam ao certo se eram comunistas ou nazistas – sabiam
apenas que detestavam a civilização liberal do Ocidente” (p 51-52).
Após citar um autor que dizia que o liberalismo era o sistema mais
odiado por Hitler, Hayek lembra que: “este ódio teve poucas oportunidades para
se manifestar na prática simplesmente porque, ao tempo em que Hitler subiu ao
poder, o liberalismo [que nunca dispôs de uma grande base social durante o II
Reich], para todos os efeitos estava morto na Alemanha. O socialismo [que aí
prosperara, perfeitamente adaptado ao estado autoritário prussiano] o havia
liquidado” (p 52).
Ao colocar o liberalismo ao lado do fascismo, a esquerda brasileira busca criar, junto à opinião pública, uma justifica para exterminar todos aqueles que lhe fazem oposição séria e sistemática, por causa da natureza diferenciada dos sistemas, enquanto deixa em aberto associações que facilitam a vida ora de um como do outro extremo, como aconteceu com a derrocada da Lava Jato começada pelas iniciativas do presidente Jair Bolsonaro, visando proteger seu filho Flávio, e que favoreceu Lula; e mais tarde na associação do PL com o PT para derrubarem Sergio Moro e ficar com sua vaga no Senado, entre outros, autorizando-nos a dizer que tanto o desempenho de Dilma, que era do PT, foi fundamental para a eleição de Bolsonaro, assim como o desempenho de Bolsonaro, que é de “extrema-direita”, facilitou a eleição de Lula, pela “extrema-esquerda”.
E quanto aos liberais? Segundo Hayek, para nazistas e comunistas “é
impossível qualquer tipo de entendimento com os que realmente acreditam na
liberdade individual” (p 52) E se vier algum tipo de “aniquilamento”, no estilo
Glauber Braga, contra os liberais, tenhamos certeza de que isso será feito com
todo AMOR.
Se você duvida pergunte a um jornalista da Globo News.

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