10 abril 2024

A CIÊNCIA E A ECOLOGIA NA HISTERIA CLIMÁTICA



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(ATENÇÃO: a expressão acima está em castelhano - em português não se acentua HIPOCONDRIA)

Eduardo Simões (a Margarida Maria)

Essa semana, a terceira de março, alguns órgãos da imprensa brasileira, alardearam, histéricos, um novo índice climático, cuja natureza facilita com que se propague os maiores absurdos ou fraudes: a SENSAÇÃO TÉRMICA. Mas antes de entrarmos nesse assunto, alguns parâmetros precisam ficar claros.

Existe uma cultura ecológica positiva, que nasce do aprimoramento do conhecimento científico sobre as relações entre o clima e o ambiente natural e humano, em busca de um equilíbrio, que impeça que o poder transformador do homem acabe por impactar irreversivelmente um nicho ecológico local, com prejuízos, a longo prazo, para o bem estar daqueles que vivem ali.

A destruição açodada de ambientes selvagens (= áreas de selvas), de espécimes vivas animais e vegetais, sem qualquer perspectiva de, com esse sacrifício, salvar vidas humanas ou construir uma situação muito clara de bem estar coletivo a longo prazo, não deve ser tolerada, e a manutenção dos parques nacionais, e dos estudos de impactos ecológicos para projetos em áreas de matas, devem ser mantidos rigorosamente, da mesma forma que devem ser estimulados os projetos que visem aprimorar ou intensificar o uso de recursos já disponíveis, para que não sejam destruídas novas áreas, sem absoluta necessidade.

Devemos, entre outras coisas, zelar:

a) Pela limpeza do ambiente, em respeito aos vizinhos e para evitar a proliferação de espécies naturais (insetos, microrganismos, roedores, etc.) que possam ser perigosas à saúde da população.

b) Pela preservação cobertura vegetal existente e buscar refazer a que foi degradada por descuido, acidente ou propositalmente, vendo na diversidade natural do nosso país, que é grande, um celeiro de riquezas e oportunidades, que por meio de princípios ativos naturais, farão turbinar uma indústria de biotecnologia e turismo, geradoras de riqueza para o país.

c) Zelar por uma cultura de aproveitamento tecnológico intensivo das áreas já ocupadas, para evitar a necessidade de ampliar a ocupação de novas áreas naturais, que podem até criar distorções, como o excesso de pastos e criatórios, que podem fazer cair o preço da carne, por exemplo, tornando a atividade pecuária antieconômica ou obrigando o governo a desviar riquezas mais úteis em outras áreas para salvar o setor, etc.

O buraco na Camada de Ozônio

Agora com relação especificamente ao clima eu queria chamar atenção para o seguinte:

1 – Eu e os de minha gerações fomos atraídos, anos 80, com a “tragédia” do BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO, uma das principais responsáveis pelo EFEITO ESTUFA, o que poderia deixar-nos perigosamente expostos à radiação solar, causadora de câncer, e fazer cair drasticamente a temperatura do planeta, à noite, uma vez que a camada de ozônio impediria a fuga para o espaço, de gases do efeito estufa, que mantinham a Terra aquecida à noite. O grande perigo seria o colapso dos gases do efeito estufa

Como resultado dessa “extraordinária” descoberta, o CFC, gás clorofluorcarbono, que era usado como propelente em aerossóis (creme de barbear, desodorantes, e similares), que estava para se tornar de domínio público, logo seu preço cairia extraordinariamente, foi apontado como o vilão do “buraco”, foi imediatamente proibido por todos os países, para o bem do planeta, elevando o preço de novos gases propelentes, e os lucros da indústria especializada.

Agora, o grande problema é o AQUECIMENTO GLOBAL, ou seja: o excesso de gases do efeito estufa. O pânico anterior era o desaparecimento ou rarefação excessiva desse gás. Hoje é justo o oposto. Somos jogados de um lado para outro ao sabor da “descoberta” mais recente. Até quando?

As maiores temperaturas em 140 anos

Durante a Conferência do Clima de Copenhagen, 2009, tomei conhecimento de uma pesquisa da NASA, que dizia ser, as temperaturas atuais, as mais altas em 140 anos, o que me fez pensar o seguinte, tomando o ano de 2010 como referência:

a) Os locais onde se fazia a medição das temperaturas em 1870, eram os mesmos de hoje? Havia estações meteorológicas “secretas” em vastas áreas despovoadas da América do Sul, África e Ásia? A Rússia, após o colapso da União Soviética, em 1990, desativou várias estações meteorológicas no Ártico, por serem muito caras, embora os seus dados também servissem para achar uma média das temperaturas da Terra. Isso não teve consequência?

b) As máquinas ou aparelhos que faziam a medição das temperaturas em 1870 são os mesmo de hoje? Óbvio que não. Isso não faz diferença?

c) A compreensão dos fatores que interferiam na formação do clima em 1870, eram os mesmos que em 2010? No caso de negativa, muitos dados que não eram coletados naquela época, e que são importantes nos dias de hoje para o fechamento da média das temperaturas, não se perdeu irremediavelmente? Como podemos fazer um estudo comparativo tão longo e chegar a conclusões tão afirmativas como as da NASA?

d) Estamos falando de um tempo de pesquisa climatológica que abarca no máximo 150 a 200 anos, num planeta que tem 4 bilhões de anos. O que corresponde amais ou menos a 0,000005% de todo o tempo de duração do planeta. Isso é minimamente significativo para podermos traçar projeções tão alarmistas como as que têm aparecido?

Os erros nas predições

Quando terminou a COP (Conference Of the Parties = Conferência das Partes) de Copenhagen, e os EUA de Obama se recusaram a firmar a resolução final, pois viram claramente a armadilha que lhes preparavam a China e a Rússia nessa resolução, os apresentadores da TV entrarem em pânico, como se o mundo fosse acabar amanhã!”.

a) Uma das predições mais famosas desse período foi a do degelo completo da Calota Polar Ártica, aparecendo em algumas revistas, inclusive especializadas como a GEO, mapas que mostravam o oceano polar completamente livre de gelo, e isso com data marcada, em torno de 2014. Nas wikipedias em inglês e espanhol apareceram artigos alarmistas sobre isso.

Estamos em 2024 e o gelo do Ártico ainda não derreteu, e tem mostrado um aumento contínuo, como previu o professor Baldicero Molion, um pesquisador CIENTÍFICO do clima. Agora esse gelo deverá derreter lá por volta de 2045, afinal até lá, se as coisas correrem errado os interessados ou já morreram ou já esqueceram. 

Fora isso aparecem outros que dizem: será daqui a dez anos, a cinco, a vinte, uma salada milenarista, enquanto os 'espertos' fazem adaptações – até a wikipedia em inglês mudou seu título alarmista do verbete Decreasing of the Artic Ice para Climate Change in the Artic, mas, por outro lado, retirou o verbete que apontava os cientistas que discordavam das mudanças climáticas, para mistura-los, em outros verbetes ambíguos e ideológicos, junto com políticos e figuras exóticas. Para espalhar a histeria climática vale tudo, inclusive abandonar o discurso factual científico, e usar de ataques pessoais seletivos e analogias desonestas, além do corte de verbas para pesquisas.

b) No Brasil tivemos a primeira grande seca no Amazonas, a 14 anos atrás, que muitos predisseram ser irreversível e que transformaria a Floresta Amazônica numa savana. No ano seguinte houve uma chuva excepcional, que, com as dos anos seguinte, esvaziaram completamente a previsão, assim como São Paulo, após vários anos com pouca chuva, os jornais, baseados em “autoridades”, começaram a predizer, que o estado se transformaria num semiárido, semelhante ao Nordeste. Isso hoje é passado.

Etc.

A mudança de nome

Aqueles que acompanham essa questão desde o início sabem que a motivação central sempre foi a do AQUECIMENTO GLOBAL ANTRÓPICO, de um jeito que não houvesse dúvidas: as temperaturas, dali para frente, iriam sempre aumentar, de onde o nome AQUECIMENTO.

Ora, de uns sete anos pra cá, as temperaturas do inverno no Hemisfério Norte têm caído acentuadamente, havendo quase todo ano algum recorde de temperatura baixa noticiado muito discretamente (https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/temperaturas-na-siberia-chegam-a-50c-e-moscou-bate-recorde-de-frio/). Mas à medida que essas temperaturas se repetiam ano a ano, começou a haver também mudanças no discurso. A princípio se falava que o moribundo aquecimento global causaria toda sorte de eventos climáticos extremos. Ou seja, se chovesse muito a causa era o aquecimento... se não chovesse nada, idem, se fizesse muito calor, idem, se fizesse muito frio, idem. Isso era insustentável.

Substituíram então a definição impossível por um novo nome capaz de abranger todos os fenômenos climáticos conhecidos ou ainda por conhecer: MUDANÇAS CLIMÁTICAS. Mas mudanças climáticas ocorrem todo ano, pelo menos quatro, sem, com isso, ameaçar a sobrevivência da humanidade, antes a viabilizam. Então descobriram algo, um termo, que como é moda nesse movimento, diz tudo e não diz nada: EVENTOS EXTREMOS... E ai aparece o maior mistério de todos: o que é um evento extremo?

a) Um calor muito elevado, uma chuva muito intensa? Mas há indícios de que fenômenos climáticos de grande intensidade são frequentes na história, sendo praticamente impossível se encontrar um ano, da Idade Média para cá, sem um evento intenso o suficiente para se enquadrar nessa conceituação. Já que ninguém se preocupou em definir a partir de que grau celsius ou milímetros, por exemplo, um evento é extremo, então vale qualquer evento que sirva para alimentar o clima de histeria, aproveitar que a maioria desconhece a história.

b) Se o que define é a quantidade de vidas humanas e problemas que cria para a nossa espécie, a situação fica pior ainda, pois a periculosidade de uma chuva por exemplo, depende muito mais das condições de relevo, impermeabilização do solo e densidade da ocupação humana, que de seu volume. Quem mora sua cidade plana, com boa drenagem, pode resistir a uma chuva mais intensa do que alguém que mora entre montanhas, morros, etc.

Se uma chuva colossal, uns 400 mm, caísse no meio do mar ou num local onde ninguém desse por ela, apenas satélites, alguém acusaria o “evento extremo”? E não seria um? Boa parte das tragédias envolvendo pessoas, se prende á explosão demográfica recente. Por exemplo foram necessários 5.800 anos para a civilização humana alcançar a cifra de um bilhão de pessoas, o que aconteceu em 1800, mas bastaram duzentos anos, para se adicionar mais 6 bilhões a esse número. Os espaços onde antes a natureza podia dar plena vazão aos seus excessos, agora estão lotados de pessoas.

Por que nunca se fala do fator populacional no entendimento dos fenômenos climáticos recentes mais grave, exceto para colocar a culpa nos seres humanos, e numa forma específica de produção, o capitalismo, justificando, em casos extremos, a redução da população por meio de abortos de humanos, enquanto se luta como fera pelos direitos dos animais,  para salvar o planeta, fazendo uma inversão de valores, típica de religiões primitivas, quando os humanos acreditavam que os fenômenos da natureza eram sobrenaturais, e para aplaca-los fazia-se até sacrifícios humanos? 

A naturalidade desse eventos

Uma simples olhada em verbetes da Wikipédia em inglês, francês ou alemão (List of periods and events in climate history; Histoire du climat –  leia-os antes que eles retirem esses verbetes, para não parecerem negacionistas ou politicamente incorretos – se verá que mudanças climáticas muito mais radicais do que as que estamos vivendo, aconteceram no passado; não só nos primeiros anos da Terra como ao longo do período histórico, quando a emissão de CO² pelos humanos era absolutamente desprezível, e, detalhe importante, não extinguiram a espécie humana.

Noutras palavras: o planeta Terra é um sistema autônomo, gigantesco, pulsante, sujeito a uma série de influências do universo ao redor, sofrendo uma série quase infinita de interferências externas, muitas das quais ainda desconhecidas, que há muito tempo se manifestam independentemente da ação humana, causando mudanças às vezes drásticas. Por que então já partir para a causalidade antrópica, antes de considerar o fato de nós pudermos estar passando por uma transição climática inevitável, natural, e que nós, mesmo não pudendo controla-la, podemos ao menos reduzir os seus efeitos, aprimorando principalmente aquilo que muitos eco-histéricos consideram o grande inimigo: a tecnologia, inclusive aquela baseada em petróleo.

De fato, a ideia de o homem poder a seu bel prazer determinar o clima da Terra em d´cimos de grau é de uma arrogância fora do comum.

A pergunta que não quer calar: se o ser humano não foi capaz sequer de planejar, de acordo com a sua vontade e ciência, o conjunto de relações que determinam o bom andamento de um sistema econômico, dentro de uma pequena ilha do Caribe de 111 mil km², e sustentar uma população de 11 milhões de habitantes, como ele pode pretender controlar um sistema de relações de fenômenos naturais, alguns ainda não completamente explicados ou que não há consenso sobre as suas causas, em um sistema de relações aberto para o Universo, que abarca uma superfície de 510 milhões km², abrigando uma população de mais de 7 bilhões de humanos e uma infinidade de seres vivos, que com seu peido, arroto ou um rufar de asas, podem alterar todo o sistema? Assim o dizem!

Onde fica o termostato do planeta para que qualquer um de nós possamos conferir se a temperatura ideal foi atingida, ou será que devemos ficar todos nas mãos de uma seita esotérica de cientistas, a nos dizer, como o faziam os antigos feiticeiros na Pré-história o que devemos, ou não, fazer? 

Predições científicas ou profecias político-religiosas?

A CIÊNCIA OCIDENTAL, conjunto de teorias baseadas em observações experimentos mediados pela razão humana, e cotejada pelo coletivo dos especialistas naquele assunto, nem sempre teve consciência clara de seus limites, permitindo-nos dizer que os debates a esse respeito, feito por cientistas como Carl Popper e Thomas Kung, como algumas das mais insignes contribuições para os fundamentos de uma ciência com “C” maiúsculo.

Infelizmente a propagação do irracionalismo fantasioso marxista, esvaziou e falseou o entendimento dessa questão fundamental, junto ao grande público, e acabou mesmo corrompendo essa questão nos mais importantes centros de pesquisa do mundo.

A questão é a seguinte: se a ciência é um conhecimento necessariamente baseado em fenômenos naturais, sujeitos à observação e experimentação, mediados por uma razão social e historicamente determinada, ela deve ser necessariamente um conhecimento aberto, sempre em transformação, assim como aqueles que a produzem: seres humanos social e historicamente definidos. Logo suas conclusões são sempre provisórias e sujeitas a intermináveis correções, e a descoberta dessa provisoriedade dos conhecimentos científicos um dos maiores feitos da mente humana.

Não é assim que estão se comportam os defensores do ecologismo de ocasião, que estão a tal ponto dogmatizados pela crença do fim próximo da humanidade, por conta das mudanças climáticas, que começam a se sentar nas vias públicas para bloquear o tráfego de veículos, querendo parar na marra a civilização do petróleo. Se o pleito desses aloprados for bem-sucedido o que eles conseguirão é o colapso tecnológico do Ocidente Democrático. Se o objetivo dessas crianças birrentas e histéricas, o fim imediato da civilização do petróleo, for atingido na velocidade que elas querem, o imaturo quer tudo para ontem, a morte de milhões, no âmbito da Europa, e bilhões, por toda terra, é certamente inevitável. 

Na esteira do crescimento da eco-histeria temos o aumento da desonestidade intelectual e o retrocesso do pensamento científico, ou da própria noção de ciência. Os professores Luiz Carlos Baldicero Molion, da Federal de Alagoas, e Ricardo Felício, da USP, denunciaram em várias ocasiões, a inviabilização de sua carreira acadêmica por conta de suas observações na natureza, que desmentem a teoria do aquecimento ou das mudanças antrópicas. Os donos das verbas nas universidades, simplesmente negam recursos para os seus projetos, a pretexto de “não serem científicos”, da mesma forma como funcionavam os comitês políticos da União Soviética, determinando quem ascenderia na escala de poder, quem ficaria estagnado ou seria rebaixado... e até exterminado. Nesse ambiente de  desonestidade científica e religiosidade fanática, é fácil falar em “consenso climático”.

E aí chegamos ao último ponto e sintoma do retrocesso da cultura que construiu a ciência moderna, e permitiu que, nos últimos 500 anos ela fosse um instrumento formidável para a melhoria das condições de vida humana nesse mundo, permitindo-nos alcançar os cem anos de vida, sonhar em colonizar outro planetas e criar uma vacina para uma doença nova em apenas um ano de pesquisas. Ora, esse nível extraordinário de desenvolvimento foi conseguido graças à liberdade que os cientistas sempre tiveram para discutir os resultados de suas observações, e principalmente cultivar a certeza de que tudo que se conhecia tinha o seu pilar na observação e era, por natureza provisório, passível de reformulação ou abandono, quase no mesmo instante em que era exposto, o que os obrigava, cientistas e instituições de pesquisa, a uma atitude de constante e profunda humildade, para reconhecer que sua descoberta ou invenção recente já estava ultrapassada por uma novidade.

Com relação à questão fundamental do clima da terra, as observações diretas e abrangentes, séries históricas da realidade foram substituídas, mas modelos projetados por cientistas não neutros, que nos dizem o que ocorrerá com o clima do mundo, daqui a dez, trinta, cem anos, no mundo inteiro, num momento tecnológico em que os serviços de meteorologia são incapazes de dizer com certeza se choverá amanhã ou não, e por isso o apresentam em termos de porcentagem. Muda-se de 'predição', sem apresentar justificativa, o entendimento tradicional sobre os efeitos climáticos numa região, para se adaptar à crença vendedora (a expansão do Saara para o sul é devido ao aquecimento ou ao resfriamento?), etc.

Cada vez mais se fala em termos de “a maioria dos cientistas”, no “consenso climático”, como se as leis científicas fossem fruto de uma votação... Se isso fosse correto, Colombo jamais teria chegado à América, ou então a humanidade nunca teria deixado as cavernas, ou acreditaria até hoje que a terra é plana, uma crença tão absurda como a do aquecimento global antrópico, só que aquela é considerada maldita (com razão) e essa abençoada (sem razão).

Abaixo: executando a ordem dos feiticeiros, diretamente do fundo das cavernas do paleolítico. Nem precisa chamar os bárbaros.



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