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Dezenbro de 1961. Um jovem casal, Sandra Pace e Giovanni Russo resolvem reunir as famílias para dar a feliz notícia do início do noivado de ambos. O problema é que na sua cidade havia agora um segundo sinal de televisão, que deu início a uma controvérsia: Os familiares da noiva queriam assistir a uma comédia de Pirandello, coisa "fina", enquanto os familiares do noivo queriam assistir a um documentário sobre Hitler, coisa não tão "fina", dando início a um quiprocó entre as duas famílias, com a porrada comendo solta, e como manda a tradição, a iniciativa nesses momentos é da matrona, com o juízo supostamente contaminado pelo laquê, e o consequente rompimento do noivado, antes do seu início. A pobre quase-noiva ficou desconsolada, mas nada que uma boa e longa conversa não possa recuperar a afeição anterior do quase-noivo, por causa de um incidente tão bobo. Já a amizade do irmãozinho vai demorar mais; até pelo menos eles comprarem uma televisão nova, ou ela terá um inimigo pro resto da vida. Ouso do paletó, pelos cavalheiro, e o salto alto, pelas damas, em ocasiões solenes, marcam a moda do tempo. Quando havia um só canal não havia esse tipo de problema. Coisas de um mundo que um dia foi "MODERNO".

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