https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/91/Maler_der_Grabkammer_des_Sennudem_001.jpg/800px-Maler_der_Grabkammer_des_Sennudem_001.jpg
https://en.wikipedia.org/wiki/Ard_(plough)#/media/File:Maler_der_Grabkammer_des_Sennudem_001.jpg
Eduardo Simões (a Margarida Maria)
Livros e sites em português na Internet tentam explicar, sem sucesso, a
diferença entre o arado antigo e a charrua medieval, uma diferença que não se
nota em outras línguas, como o inglês, e buscam explica-la a partir de detalhes
como: era feito de ferro, era pesado, tinha rodas, puxado por animais, etc. mas
não é bem assim. A gravura acima mostra um arado egípcio antigo puxado por bois,
mas a característica que devemos observar é o formato da lâmina ou da parte do
arado que rasga o solo, e que é universal nos arados antigos: é uma ponteira.
Exatamente como a ponta de um lápis, e que podia perfeitamente ser de madeira, de
ferro ou outro material resistente. Esse formato como que “risca” o solo, faz
com que o arado penetre só superficialmente a superfície. Ele é próprio para
terrenos leves, granulosos (grãos soltos) de pouca profundidade, como os solos
do sul da Europa, na bacia do Mediterrâneo, ou de outros lugares.
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e0/RansomeVictoryPloughZambia.JPG/800px-RansomeVictoryPloughZambia.JPG
https://en.wikipedia.org/wiki/Ransome_Victory_Plough#/media/File:RansomeVictoryPloughZambia.JPG
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