O governo petista do Brasil nunca escondeu sua admiração pela China e por toda e qualquer ditadura derivada do marxismo, porque elas são uma poderosa justificativa para a filosofia que move o projeto econômico do presidente: O ESTADO INDUTOR DO DESENVOLVIMENTO, e o caso chinês, parece corroborar essa esperança, nunca concretizada em nenhum outro país do mundo, de que a interferência do estado pode realmente trazer a prosperidade, e levar um grupo nacional ao melhor dos mundos, seguindo o caminho exatamente contrário ao seguido pelas atuais superpotências econômico-sociais, todas capitalistas. Que se danem estas: existe a China!
Em 12 de abril de 2013, no Morro da Muzema, Rio de Janeiro, dois prédios desabaram do nada, matando 24 pessoas. Investiga daqui investiga dali, ficou-se sabendo que a construção dos prédios fora irregular, e que a empresa que os construiu era uma extensão ou cúmplices de bandidos milicianos, que se apropriaram do lugar e criaram um território de ilegalidade, subornos e violência, exatamente o que acontece em todas as ditaduras. Mas quem liga? Isso já é comum nas grandes cidades brasileiras!
Abaixo um documentários sobre o efeito do crescimento acelerado, artificial, promovido pelo estado, no setor mais importante da tecnologia e da economia chinesa: a engenharia civil, e a construção de prédios residenciais e rodovias; feitos às pressas, para alcançar metas burocráticas a revelia da qualidade e sem nenhuma preocupação com a integridade da população.
Em 1973 Chico Buarque, revoltado com os militares, cantava, na canção Fado tropical, que "essa terra, um dia, vai cumprir seu ideal, ainda vai tornar-se um imenso Portugal", que na época era uma ditadura, mas pela corrente política oposta à dele. Hoje, para sua alegria, e a dos que adoram o marxismo e as ditaduras dele derivadas, certamente se cantará assim: "mas essa terra ainda vai cumprir sua missão, ainda vai tornar-se um imenso Muzemão!"
Enquanto isso milhares de famílias perdem tudo o que pouparam ao longo de sua vida, porque foram atrás de promessas do governo. Por que é tão difícil aprender com os erros dos outros?
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