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Eduardo Simões
Eu era um feliz contribuinte de um sub-grupo, de um grupo
maior, que, até semana passada, me parecia a grande esperança da política
nacional. A situação mudou drasticamente quando eu passei a assumir abertamente
a defesa da candidatura de Kamala Harris nos EUA.
Logo entrou a turma do “deixa disso”. Um deles escreveu no
Whatsapp que “aqui não é lugar para falar disso”, e como eu insistisse, eles
publicaram um post semidesonesto de Kim Kataguiri, no X, onde ele insinua a Sra.
Harris como “esquerdista” no sentido sul-americano do termo, e antissemita,
tudo de forma indireta, própria dos covardes ou dos maliciosos ou dos
ignorantes. Como eu insistisse fui, imediatamente, sem nenhum aviso, bloqueado
no grupo de discussão.
Posteriormente, após insistência minha, um deles me disse que
eu havia “cruzado a linha”. Mas que ‘linha’? Ninguém me falou dela, e até hoje
não sei, qual foi a ‘linha’ que eu cruzei. Só consigo imaginar, em função do contexto,
uma: A MINHA DEFESA DA CANDIDATURA DE KAMALA HARRIS. Cheguei até a me colocar À
DISPOSIÇÃO PARA UM DEBATE. Em vão.
Se a condição para ficar no MBL-RJ é assumir acriticamente,
como se fosse um boneco de cordas, os políticos que a direção ou Kim Kataguiri
recomendar, então que eles façam bom uso da sua censura, enquanto se autoproclamam
defensores da liberdade e acusam, inclusive com termos de baixo calão, os seu
opositores por agir diferente; e quanto à suposta “linha” que ninguém pode
cruzar, eu não vou dizer o que fazer com ela, porque todos, até eles, têm imaginação...
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