28 julho 2024

MBL-RJ: UMA SEITA TRUMPISTA, COM MÉTODOS STALINISTAS

 

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Eduardo Simões

Eu era um feliz contribuinte de um sub-grupo, de um grupo maior, que, até semana passada, me parecia a grande esperança da política nacional. A situação mudou drasticamente quando eu passei a assumir abertamente a defesa da candidatura de Kamala Harris nos EUA.

Logo entrou a turma do “deixa disso”. Um deles escreveu no Whatsapp que “aqui não é lugar para falar disso”, e como eu insistisse, eles publicaram um post semidesonesto de Kim Kataguiri, no X, onde ele insinua a Sra. Harris como “esquerdista” no sentido sul-americano do termo, e antissemita, tudo de forma indireta, própria dos covardes ou dos maliciosos ou dos ignorantes. Como eu insistisse fui, imediatamente, sem nenhum aviso, bloqueado no grupo de discussão.

Posteriormente, após insistência minha, um deles me disse que eu havia “cruzado a linha”. Mas que ‘linha’? Ninguém me falou dela, e até hoje não sei, qual foi a ‘linha’ que eu cruzei. Só consigo imaginar, em função do contexto, uma: A MINHA DEFESA DA CANDIDATURA DE KAMALA HARRIS. Cheguei até a me colocar À DISPOSIÇÃO PARA UM DEBATE. Em vão.

Se a condição para ficar no MBL-RJ é assumir acriticamente, como se fosse um boneco de cordas, os políticos que a direção ou Kim Kataguiri recomendar, então que eles façam bom uso da sua censura, enquanto se autoproclamam defensores da liberdade e acusam, inclusive com termos de baixo calão, os seu opositores por agir diferente; e quanto à suposta “linha” que ninguém pode cruzar, eu não vou dizer o que fazer com ela, porque todos, até eles, têm imaginação...

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