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Dois ou três dias depois, de deixar um motorista reincidente, fugir de um flagrante de assassinato - ele matou um motorista de aplicativo, um senhor, um trabalhador, um pai de família, enquanto dirigia um carro em altíssima velocidade, numa ia cuja velocidade máxima era 50 km/h - de sorte que nem o teste de alcoolismo pode ser feito, a polícia de São Paulo, a mais bem equipada e preparada do país, invade, sem autorização judicial, a casa de um cidadão cadeirante, que não oferecia qualquer perigo para a polícia, e o agride selvagemente, enquanto este buscava defender o filho da agressão dos policiais, começada na calçada, uma vez que ele fora visto "em atitude suspeita". Uma ABERRAÇÃO em todos os sentidos. Uma pista para essa ferocidade toda parece que aparece nos móveis da casa e nas roupas trajadas pelo homem e seu filho, tudo apontando para a pequena classe média ou pobre, enquanto no caso do crime de trânsito mais acima, a arma para o assassinato foi um automóvel de mais de UM MILHÃO DE REAIS. Será que isso tem a ver? Agora, se eu fosse autoridade de segurança, mandaria investigar minuciosamente a vida dos três policiais que cometeram essa BARBARIDADE, pois começo a desconfiar que eles devem estar fortemente ligados a uma alguma quadrilha de traficantes ou do crime organizado em geral, pois nada gera mais vontade entre os jovens e as pessoas comuns, de passar para o lado do crime organizado, do que um episódio GROTESCO como esse.

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